Júri do FameLab International, meias finais de 2014
Júri do FameLab International, meias finais de 2014 ©

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Os membros do júri do FameLab podem vir de áreas diversas e ter formações distintas, incluindo ciências, comunicação de ciência, meios de comunicação social, entidades envolvidas no FameLab e anteriores participantes no concurso FameLab.

Já fizeram parte do júri do FameLab Portugal:

Bárbara Teixeira

Bárbara Teixeira nasceu em 1991 e sempre teve um grande interesse por estórias. Das mais fictícias, dos filmes e dos livros, às verdadeiras, das pessoas e da natureza, e essa vontade de observar e entender fez com que quisesse estudar a vida mais a fundo.

Depois de se ter formado em Biologia na Universidade Lusófona de Lisboa, o gosto por comunicar levou-a a trabalhar com crianças em atividades de teor científico, na empresa Science4you e, mais tarde, a concorrer ao FameLab, tendo sido a vencedora portuguesa de 2015.

Aí a sua atenção despertou ainda mais para a comunicação e levou-a a querer iniciar o Mestrado de Comunicação de Ciência da Universidade Nova de Lisboa. Continua a tentar fascinar diretamente as pessoas, como Educadora Marinha no Oceanário de Lisboa e, no futuro, gostaria de se manter envolvida com o que mais a cativa, as estórias ainda por descobrir e aquelas que estão por contar.

Carlos Fiolhais

Nascido em Lisboa em 1956, é doutorado em Física Teórica pela Universidade de Frankfurt e professor catedrático de Física na Universidade de Coimbra. É autor de Física Divertida, Nova Física Divertida e coautor de Darwin aos Tiros e Outras Histórias de Ciência e Pipocas com Telemóvel na Gradiva, entre muitos outros livros, alguns deles traduzidos e publicados no estrangeiro.

Os seus últimos livros são História da Ciência em Portugal e Biblioteca Joanina. Dirigiu durante sete anos a Biblioteca Geral da Universidade de Coimbra, que enquadra a Biblioteca Joanina, e dirige atualmente o Rómulo - Centro Ciência Viva da Universidade de Coimbra, um centro de recursos de cultura científica. Recebeu vários prémios e distinções, entre os quais o prémio Rómulo de Carvalho, o Globo de Ouro da SIC e a Ordem do Infante D. Henrique.

João Caraça

Doutorado em Física Nuclear (Oxford) e Agregado em Física (Lisboa) João Caraça é Diretor da Delegação em França da Fundação Calouste Gulbenkian. Foi Diretor do Serviço de Ciência desde 1988. Foi membro do Conselho Diretivo do EIT-Instituto Europeu de Inovação e Tecnologia de 2008 a 2012. Integra o Comité de Direção do Fórum Europeu de Filantropia e Ciência. 

Professor catedrático convidado do Instituto Superior de Economia e Gestão da Universidade de Lisboa coordenou, entre outras funções, o Mestrado em Economia e Gestão de Ciência, Tecnologia e Inovação (1990-2003).

Foi Consultor para a Ciência do Presidente da República de 1996 a 2006 e é autor de mais de uma centena e meia de trabalhos científicos. Foi Presidente do Conselho Consultivo da COTEC– Associação Empresarial para a Inovação. Os seus interesses centram-se nas áreas da política científica e tecnológica e da prospetiva.

Publicou Do Saber ao Fazer: Porquê Organizar a Ciência (1993), Ciência (1997), Entre a Ciência e a Consciência (2002) e À Procura do Portugal Moderno (2003). Participou na redação de Limites à Competição (1994) e de A Nova Primavera do Político (2007) e na organização de O Futuro Tecnológico (1999), de Ideias Perigosas param Portugal (2010) e de Rescaldo e Mudança: As Culturas da Crise Económica (2012).

Noutras línguas publicou Science et Communication (1999) http://bit.ly/1NOE0gF e mais recentemente Aftermath: The Cultures of the Economic Crisis (2012) http://bit.ly/23H4mNf.

António Granado

António Granado é jornalista de ciência desde 1989. Trabalhou no Público durante muitos anos e mais recentemente na RTP, como editor multimédia. Escreve no blogue Ponto Media desde janeiro de 2001 e ensina jornalismo desde 1996. Atualmente é professor auxiliar na Universidade Nova de Lisboa, onde coordena o mestrado em Comunicação de Ciência.

José Vítor Malheiros

José Vítor Malheiros é um consultor de comunicação de ciência e um colunista na imprensa. Anteriormente trabalhou como jornalista e editor, abrangendo ciência, tecnologia, educação e meio ambiente para a imprensa escrita e online. Criou a primeira secção diária dedicada à Ciência nos meios de comunicação social portugueses, no diário “Público”, em 1990. Fundou e dirigiu o sítio web do “Público” durante dez anos e dedica uma grande parte de seu tempo ao ensino e à formação de jornalistas e comunicadores de ciência.